Parabéns Macapá,256 anos de história.
Localização
- Macapá é um município brasileiro, capital e maior cidade do estado do Amapá. Situa-se no sudeste do estado e é a única capital estadual que não possui interligação por rodovia a outras capitais[8]. Além disso, é a única cortada pela linha do Equador e que é localizada às margens do Rio Amazonas. Macapá pertence à mesorregião do Sul do Amapá e à microrregião homônima. É localizada no extremo norte do país, a 1.791 quilômetros de Brasília.
- O município é o 98º maior PIB da nação, com R$ 5 21 bilhões * de reais e a quinta cidade mais rica do norte brasileiro, respondendo por 2,85% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da região. Na Amazônia, é a terceira maior aglomeração urbana, com 3,5% da população de toda a Região Norte do Brasil[9], reunindo em sua região metropolitana mais de 519 mil habitantes. Aproximadamente 60% da população do estado está na capital.[10] Sua área é de 6.407 km² representando 4.4863 % do Estado, 0.1663 % da Região e 0.0754 % de todo o território brasileiro.
Imagem aérea de Macapá
Dados Populacionais
Os dados de 2012 do IBGE revelam que a população da cidade é de 415 554 habitantes, sendo a 53ª cidade mais populosa do Brasil e a quinta cidade mais populosa do norte. Atualmente, vive um momento de crescimento tanto econômico quanto populacional, o que vem mudando o seu cenário e atraindo investimentos externos para o estado.
A toponímia é de origem tupi, como uma variação de "macapaba", que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região.
Fortaleza de S. José
Construída entre 1764 e 1782. Seu projeto, de autoria do engenheiro Henrique Antônio Gallúcio, foi inspirado em modelo do engenheiro militar francês Sebastien Le Preste, Marquês de Vauban. Foi erguida pelas mãos de negros e índios, escravos da colonização portuguesa. A Fortaleza de São José de Macapá é, para os amapaenses, uma de suas maiores referências, por representar um marco cultural, arquitetônico e histórico do Estado e do país. Está localizada na foz do Rio Amazonas, em frente à cidade de Macapá, e edificada 18 metros acima do nível das águas. No passado, tinha a função de garantir o domínio lusitano no extremo norte do Brasil, evitando as incursões estrangeiras, assegurando assim, definitivamente, a conquista da Amazônia. Vista de cima, a Fortaleza se assemelha a uma estrela, pela disposição de seus quatro baluartes, batizados pelo então Governador e Capitão-General Fernando da Costa de Athayde Teive com os nomes de Madre de Deus, São Pedro, Nossa Senhora da Conceição e São José
Complexo do Marco Zero
É formado pelo Monumento do Marco Zero do Equador, Estádio Zerão, Escola Sambódromo de Artes Populares e a Panela do Amapá.
O Monumento Marco do Equador tem como referencial um marco correspondendo à linha imaginária que divide a Terra em dois hemisférios, e privilegia Macapá como a única capital brasileira cortada por esse paralelo. Para contemplação do fenômeno natural "equinócio", que acontece nos dias 21 ou 22 de março e 22 ou 23 de setembro, foi construído um "Relógio de Sol". O Monumento Marco Zero também possui no seu terraço um espaço para shows, além de salão para exposições, bar e lanchonete, lojas para venda de produtos locais etc.
Estádio Zerão
O Estádio Estadual Milton de Souza Corrêa, o "Zerão", tem capacidade para 8 mil pessoas, e sua concepção permitiu ter o campo de futebol dividido pela linha do Equador, possibilitando que um time de futebol jogue no hemisfério Norte e outro no hemisfério Sul.
Trapiche Eliezer Levi
Originariamente construído na década de 40, é o local onde atracava a maioria das embarcações que chegavam a Macapá. Passou por muitas reformas, até ser totalmente reconstruído em concreto armado, constituindo um padrão estrutural permanente, o que contribuiu para melhoria urbanística de Macapá e para a preservação da história do povo amapaense. Com seus 386 metros de extensão, é servido por um bondinho elétrico para transporte de turistas, sorveteria, área coberta, estação de embarque e desembarque de passageiros, restaurante e uma pequena praça.
Museu Sacaca
Denominado em homenagem a um dos mais populares cidadãos da história amapaense recente, profundo conhecedor de plantas e ervas medicinais, o Museu transmite à comunidade, por meio de palestras, exposições e seminários, os trabalhos desenvolvidos pelo Governo do Estado através do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá - IEPA. Retratando as diretrizes do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá - PDSA, é uma alternativa de multiplicação de informações sobre os avanços tecnológicos possíveis de aplicação na busca da melhoria de qualidade de vida.
Teatro das Bacabeiras
Localizado no centro de Macapá, na praça Veiga Cabral, é o centro das manifestações artísticas e culturais do povo amapaense, destacando-se, ainda, pela sua beleza arquitetônica. Seu ambiente interno é valorizado por moderno palco, 705 confortáveis poltronas na platéia, sala de dança, sala de imagem e som, camarins individuais e coletivos, projetor de filmes, tela panorâmica e outros recursos.
Casa do Artesão
É o maior centro do artesanato amapaense. Seu principal objetivo é fomentar a atividade artesanal no Estado e promover a geração de trabalho e renda para os artesãos locais, possibilitando assim, a exposição e a comercialização de seus produtos. O artesanato indígena também está presente, representado pelos trabalhos dos povos Waiãpi, Karipuna, Palikur, Galibi, Apari, Waina, Tirió e Kaxuiana. Na confecção das peças são utilizados vime, madeira, argila, fibra vegetal, sementes, penas, entre outros elementos retirados da natureza, sem impactar o meio ambiente.
Quilombo do Curiaú
Distante a 8 km de Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais "Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora". Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região a memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.
Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades - Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.
Manifestações Culturais
CONHEÇA A DANÇA DO MARABAIXO DE MACAPÁ?
Praticado pelos negros no período da escravidão, o Marabaixo é uma dança afro praticada em grupo, numa variedade de ritmos e passos marcados pelo som de tambores que leva o brincante a criar movimentos harmônicos, interagindo consigo mesmo e com os outros.












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